2009.06_Hiroko Murata

Reverenda Hiroko Murata - Diretora da Associação Feminina da Sede da Igreja

 

Hoje, recebendo a providência de um bom tempo, tivemos a celebração da cerimônia mensal de Junho do Dendotyo do Brasil. Minhas sinceras felicitações.

Há pouco, recebendo a razão de Jiba, foi executado o Serviço da cerimônia mensal com espíritos unidos, alegres e animados. Tenho a certeza de que Deus-Parens e Oyassama ficaram satisfeitos e animados com essa execução.

Sinto-me muito honrada por poder reverenciar juntamente com os senhores. Aqui em cima, na frente de todos, me dá vontade de sair correndo, mas o Primaz me disse: “No ano que vem, teremos a celebração dos Cem Anos de Fundação da Associação Feminina. Fale sobre a Associação Feminina de modo que os homens também possam compreender”.

Peço a atenção de todos apesar de não estar à altura de tamanha incumbência.

A Associação Feminina da Tenrikyo foi fundada em 28 de janeiro de 1910 e no ano que vem estará completando cem anos de fundação. No dia 19 de abril, estaremos celebrando a 92ª Assembleia Geral, Comemorativa dos Cem Anos de Fundação.

A fundação foi em 1910, mas 12 anos antes, em 25 de março de 1898, na Indicação Divina (Ossashizu) concedida por ocasião da enfermidade de Ito Masuno, foi dito: “No momento, as mulheres comecem como Associação Feminina. Não é começada pelos seres humanos. É Deus quem faz começá-la.” Assim houve a instrução para a fundação da Associação Feminina.

Ainda: “A Associação Feminina não foi criada a partir do dever moral, da conveniência humana ou da relação social. A Associação Feminina deve iniciar o caminho estabelecendo o caminho da orientação mútua”. É explicado que não devemos ajustar a fonte de nossa reflexão sobre os acontecimentos aos padrões morais da sociedade. A Associação Feminina foi fundada para que as senhoras vivam buscando a maturação espiritual, para que se tornem Yobokus que possam ser usadas como instrumentos de Oyassama, discutindo e orientando-se mutuamente, iluminando todas as coisas com razão da vida-modelo de Oyassama, refletindo, decidindo e agindo conforme os ensinamentos de Oyassama. Nas atividades do Caminho, nos trabalhos de dedicação única à salvação, não existe nenhuma discriminação entre homem e mulher. Aos homens são atribuídas funções condizentes aos homens, às mulheres são atribuídas funções condizentes às mulheres. Por isso, tendo como objetivo a vida plena de alegria, a missão da Associação Feminina é desempenhar firmemente os trabalhos atribuídos às mulheres na dedicação única à salvação.

Ainda, o ensinamento deste Caminho é aquele que orienta desde as vidas anteriores até a vida presente e também as vidas futuras através dos renascimentos. Não adianta que apenas a própria pessoa saiba, que apenas a própria pessoa compreenda. É importante a divulgação e a salvação.

Assim foi ensinado de maneira detalhada na Indicação Divina sobre o pensamento básico da Associação Feminina, sobre o objetivo da fundação, sobre a missão das atividades e também sobre como deve ser a nossa caminhada como membros da Associação Feminina.

Colocando esta Indicação Divina do dia original como base da reflexão e buscando concretizar a vida plena de alegria instada por Deus-Parens, a primeira presidente, bem como as suas sucessoras e as mestras veteranas, vieram trilhando seriamente o Caminho da dedicação única à salvação da Associação Feminina, ressaltando as virtudes femininas, buscando e colocando sinceramente em prática a vida-modelo de Oyassama de modo a cumprir com a função de base. É dessa forma que chegamos até os dias de hoje e no ano que vem comemoraremos os cem anos de fundação.

Há dois anos, quando do lançamento do evento, a presidente declarou sobre a nossa conduta rumo ao centenário: “Ouvimos dizer que ‘O espírito de cem anos significa voltar à página em branco e reiniciar desde o início’. Voltar à página em branco e reiniciar desde o início significa voltar à verdadeira origem da origem. Isso se refere ao dia original da Associação Feminina, mas também se refere ao dia original de nossa fé. Voltar ao verdadeiro dia original reverte à história da origem, quando Deus-Parens iniciou o mundo e os seres humanos de onde não havia nada. Com plena consciência da história da origem, devemos avançar orientando uma às outras, convencidas de nossa função como mulher, de nossa feminilidade.

Sucedendo a caminhada das mestras veteranas, o que é que nós, que temos a oportunidade de vivenciar este grande nó que é a celebração do centenário de fundação, devemos fazer? Como devemos caminhar? Como devemos trabalhar para que Deus-Parens e Oyassama se contentem nesta época em que comemoramos o centenário de fundação? Como agir para corresponder à intenção da nossa presidente?

Não seria todas as pessoas ligadas à igreja se dedicarem à divulgação e à salvação, executando o Serviço animadamente, exatamente conforme ensinado? Para isso, não existe outro caminho para nós, membros da Associação Feminina, senão cumprir firmemente nossa função como mulher, expressando a feminilidade a nós atribuída, e trabalhar com todas as forças visando a maturação espiritual. Devemos trabalhar seriamente na construção do espírito das associadas e apresentar o resultado dessa maturação espiritual a Deus-Parens.

Dessa forma, foi definido o seguinte plano de ação:

Tendo em vista os cem anos de fundação, vamos buscar a nossa origem e ser a base da família e da igreja.

·               Realizando o Serviço com toda dedicação

·               Empenhando-se na divulgação e salvação

“Buscar a origem é estudar firmemente o dia original da Associação Feminina, gravando isso no espírito, e também aprender sobre a intenção de Deus-Parens quanto à Associação Feminina, esforçando-se para se aproximar dessa intenção. Ainda, creio que é importante compreender a história da origem, gravá-la no espírito, verificar e colocar em prática os usos espirituais e as ações como mulher. O aspecto ideal da mulher é algo que devemos prestar atenção tendo em vista o grande nó que é a comemoração do centenário da fundação da Associação Feminina. Verificando as diversas situações da sociedade, creio que na pacificação dos lares, na situação do casal, existem diversos problemas quanto à consciência da função como mulher. Voltar à origem, voltar ao ponto original significa refletir sobre qual o aspecto original da mulher, qual o trabalho determinado à mulher por Deus-Parens no momento da criação dos seres humanos. Creio que verificar e colocar isso em prática é algo necessário nos dias atuais.”

Assim a presidente explanou sobre a intenção contida no plano de ação. Cada uma de nós, associadas, aprendendo sobre o dia original de nossa fé e da fé de nossa família, conscientizando-se do espírito determinado no dia original em que recebemos a salvação, e de como viemos agindo desde então para chegarmos excelentemente ao dia de hoje, devemos evoluir espiritualmente de forma que todas possam ser capazes de se dedicar à salvação. Para isso é que viemos caminhando rumo à maturação espiritual, esforçando-nos para colocar em prática o plano de ação e para contentar Deus-Parens e Oyassama no centenário de fundação.

Buscando na história da criação original a função atribuída às mulheres, o trabalho determinado para as mulheres por ocasião da criação dos seres humanos por Deus-Parens, temos:

No início deste mundo, Deus-Parens criou os seres humanos com o objetivo de vê-los viver e compartilhar com ele a vida plena de alegria.

Para criar o casal, primeiramente tomou como origem o casal. Como modelo de casal, Deus-Parens primeiramente atraiu do mar de lama o sirênio e a cobra branca, e determinou-os como protótipos de homem e mulher, respectivamente.

Para determinar o protótipo de mulher na criação dos seres humanos, colocou como instrumento da pele com função conexadora e também como órgão genital feminino a tartaruga, porque esta tem a pele forte, é persistente e não se deixa abater. Ainda, recebeu as virtudes de levantar-se ao cair, de recolher a cabeça, os braços e as pernas ao ser ameaçada e de deixar vigorosas pegadas na terra por onde anda. Além disso, foi ensinado que é utilizada para a função da pele que encobre todo o corpo. Penso que nós mulheres, fomos preparadas originalmente de forma a poder cumprir o papel de “ligação”, ou seja, de envolver e conectar todas as coisas.

Deus-Parens determinou a função da tartaruga após comer e provar o sabor espiritual, discernindo as suas qualidades. Colocou-a no corpo da cobra branca, que fora atraída anteriormente e que foi determinada como protótipo de mulher.

Por outro lado, para órgão genital masculino e instrumento da estrutura óssea com função de suportar o corpo, foi utilizado o golfinho, que foi colocado no corpo do sirênio, o qual foi determinado como protótipo de homem. Deus-Parens, Tsukihi, introduzindo-se em ambos os protótipos, ensinou a providência da criação dos seres humanos.

Ainda, para preparar o ser humano a ser capaz de viver a vida plena de alegria, atraiu dos quatro cantos a enguia, a solha, a cobra preta e o baiacu, comeu-os, provou seus sabores espirituais e utilizou-os como instrumentos, discernindo as qualidades de cada um. Para cada protótipo e para a razão de cada instrumento, atribuiu-lhes nomes divinos.

Dessa forma, refletindo sobre a história da criação original, pode-se compreender bem sobre a função determinada por Deus-Parens às mulheres.

Está ensinado nos Hinos Sagrados:

“Modelando pela terra e céu do mundo,

Eu tenho criado marido e mulher.

Isto é o princípio deste mundo.”

Céu é o homem e terra é a mulher. Recebendo a proteção do céu, quem cria e cuida de todas as coisas é a terra, ou seja, é a função da mulher.

Todas as mulheres receberam as virtudes da terra, a função de dar à luz e criar, o que não pode ser feita pelos homens. Foi dada à mulher a função do calor, da afetividade e da ligação, o espírito flexível e obediente, a força de persistir humildemente. Esforçando-se para tomar atitudes espirituais e ações condizentes com essas funções e com essas virtudes, gostaria de trabalhar no sentido de ser uma boa esposa, a base da família e da sociedade.

Sobre a função e as virtudes do homem, gostaria de solicitar que os senhores mestres aqui presentes orientem posteriormente.

Bem, este é o ano da conclusão, da finalização das atividades rumo ao centenário de fundação.

Foi acrescentado o plano de ação “Cultivar o espírito de fé, tendo como base o Ensinamento” e também foi divulgado o slogan “Que cada associada consiga a graça de regressar com um participante do Besseki”, para que todas as associadas possam passar dia a dia ainda mais com espírito de divulgação e salvação, e possam colher os frutos dessa dedicação. O objetivo é que todas as associadas possam se tornar Yobokus capazes de fazer a salvação.

Ainda, a partir de maio, em cada localidade do mundo, estão sendo realizados os “Encontros de Incentivo às Associadas rumo ao Centenário de Fundação”, no sentido de incentivar as associadas a alcançarem a maturação espiritual condizente com a intenção de Deus-Parens tendo em vista o centenário de fundação. Aqui no Brasil, estão sendo realizados ontem e hoje, em três localidades diferentes, contando com a participação de numerosas pessoas.

 

Vim falando sobre a Associação Feminina, mas as atividades para a concretização desse grande objetivo que é a vida plena de alegria são todas as atividades do Caminho, sejam elas da Associação dos Moços, da Associação Infanto-Juvenil, da Associação Estudantil ou da Associação Feminina. Se cada uma dessas Associações expressar suas virtudes, unir forças como instrumentos de Oyassama e trilhar o Caminho da vida-modelo, poderemos avançar no caminho da vida plena de alegria.

Isso é a nossa verdadeira felicidade. Se trilharmos o caminho da dedicação única à salvação, acreditando e nos apoiando firmemente em Oyassama, seremos salvos de qualquer dificuldade, sejam enfermidades oi problemas circunstanciais, e transformaremos o nosso destino. Dessa forma nossos pais e avós vieram trabalhando na divulgação e na salvação, transmitindo-nos a alegria da fé. Nós, acreditando niso, viemos caminhando até aqui.

Peço perdão por falar de algo particular, mas gostaria de falar como podemos transformar nosso destino se vivermos apoiados em Oyassama.

Nasci em 1943 e nesse ano, meu pai faleceu combatendo na 2ª Guerra Mundial. Assim, nunca fui abraçada por meu pai e cresci sem conhecer o rosto dele. Aos 29 anos, minha mãe se tornou uma viúva da guerra. Conscientizando-se da própria predestinação e da filha, minha mãe determinou o espírito em dedicar sua vida unicamente à salvação e quando eu entrei na escola primária, ela saiu para a divulgação solitária. Fiquei aos cuidados da igreja onde minha avó era a condutora. Ouvimos dizer que “a igreja é a academia da vida plena de alegria, o local de ministração da dedicação única à salvação.” No pós-guerra, havia muitas pessoas que queriam ser salvas de enfermidades e problemas circunstanciais e foram atraídas à pequena igreja. Vivíamos todos juntos como uma família. Fui criada por essas pessoas que moravam na igreja. As atividades na igreja começavam pela limpeza do recinto de reverência, onde reside Deus-Parens. Depois, fazíamos o Serviço matinal, agradecendo pelas providências recebidas de Deus-Parens. Durante o dia, todos se dedicavam ao hinokishin que cada um podia fazer e agradecíamos a Deus no Serviço vespertino à noite. Assim, passávamos o dia demonstrando nossa gratidão. Ainda, todos os dias, depois dos Serviços matinal e vespertino, eram realizados os Serviços de solicitação e agradecimento por todas as pessoas ligadas à igreja, seguido da ministração do Sazuke.

Mesmo criança, fazia o Serviço junto com todos. O que não entendia, perguntava à minha avó, que era a condutora, que me dizia:

“Solicitando a salvação dos outros, poderemos ser salvos também. Faça a solicitação você também.”

Entrando com ela no banho, ela dizia: “Que valoroso! É tudo graças a Oyassama!”

Quando ficava embirrada, querendo alguma coisa, ela dizia: “Sua mãe está fazendo uma poupança junto ao céu. No momento em que você realmente necessitar, será concedido a você.”

Quando eu ganhava um dinheirinho de algum fiel, ela dizia: “Faça a poupança junto ao céu, faça a oferenda.”

Dizia ainda: “Oyassama está a nos liderar. As pessoas que moram na igreja devem viver de modo a não envergonhar Oyassama. Deve se esforçar para ir bem nos deveres da escola”.

Fui criada bem no meio da salvação, mas achava que não iria me dedicar unicamente ao Caminho no futuro. Quando minha mãe voltava de vez em quando à igreja, eu queria um pouco de carinho, mas ela sempre dava prioridade aos enfermos e aos fiéis da igreja. Eu não conseguia entender o pensamento de minha mãe, que dizia: “Para que você viva bem no futuro, sua mãe está se dedicando aos serviços de Deus. Salvando as pessoas, nós também poderemos ser felizes.”

Hoje consigo entender o pensamento de minha mãe.

Acredito que minha mãe, ciente da situação em que foi colocada, determinou seu espírito em passar o resto da vida como instrumento de Oyassama, transmitindo os ensinamentos de Deus-Parens e caminhando rumo à vida plena de alegria, devido ao seu desejo de mudar o destino de sua filha, ou seja, o meu destino, de modo que eu pudesse criar meus filhos juntamente com meu marido. E também queria que eu também trilhasse o caminho da dedicação única à salvação para fazer a ligação com as próximas gerações.

Minha mãe viveu 60 anos viúva e devolveu seu corpo aos 90 anos de idade.

Creio que minha mãe, ela própria, vivia agradecida, achando sua vida gratificante e feliz. Ela vivia dizendo:

“Este é o caminho em que salvando os outros, nós poderemos seremos salvos, nós estamos sendo salvos. Como é o Caminho em que Oyassama vai nos guiando, podemos trilhá-lo sem nenhuma preocupação.”

“Está agradecendo todos os dias ao seu marido? É graças ao condutor da igreja que você pode viver feliz. Como é gratificante, não?”

Minha mãe ficou viúva no terceiro ano de casamento, mas eu, sua filha única, pude ter quatro filhos homens que durante 40 anos tiveram a graça de serem criados por ambos os pais. Tivemos a graça de ter o destino, a predestinação transformada.

Ainda, na época de estudante, quando invejava o fato das amigas viajarem, minha mãe dizia: “Se trilhar este Caminho, terá oportunidades de viajar pelo mundo”. No entanto, pensava: “Isso nunca vai acontecer”. Não acreditei na época, mas agora, trabalhando pela Associação Feminina, tive a oportunidade de viajar para Taiwan, Havaí, Nova York, Los Angeles e agora, estou no país mais distante do Japão, que é o Brasil. Em setembro, devo ir também ao Congo. É realmente extraordinário.

Desculpem-me por falar assim, de algo particular, mas refletindo agora, pude sentir o quanto é realmente incrível poder vivenciar esta época única da comemoração do centenário de fundação.

Da mesma forma que a fonte de nossa reflexão, de nossas ideias devem sempre buscar a intenção do Parens, se não estivermos sempre atentas no sentido de mudar a nossa consciência e aprofundar a fé, transmitindo-a aos nossos filhos e netos, se não transmitirmos a fragrância do Caminho às pessoas que não o conhecem, de nada valerá o nosso esforço em trabalhar pelo Caminho.

Nossos antepassados vieram trilhando e ligando este Caminho verdadeiro, sempre correspondendo à intenção divina, sentindo e agradecendo pelas providências de Deus-Parens. Nós, juntamente com milhares de companheiros do Caminho, devemos expandi-lo e caminhá-lo com orgulho, fazendo a ligação com as próximas gerações. Esta é a forma de viver para atingirmos a felicidade.

 

Minha avó me ensinou a fazer a “poupança junto ao céu”. Fazer diariamente a oferenda com o sentimento de agradecer a Deus-Parens e Oyassama pelas providências e proteções que nos são concedidas incessantemente é uma importante prática para construirmos a razão.

Nesta importante época do centenário de fundação, a Associação Feminina determinou que deveríamos oferendar o espírito de agradecimento diário pela orientação de Deus-Parens e Oyassama até o presente momento.

Acredito que, até agora, cada associada tem conduzido a razão do dia a dia, mas vamos fazer a oferenda do espírito de gratidão, oferendando a economia feita no dia a dia, por pouco que seja. Mesmo que seja uma pequena quantia, a oferenda sincera de todas as associadas tem sido recolhida e acumulada rumo ao centenário por cada regional direta, sendo conduzida para a Associação Feminina da Sede. Até hoje, pudemos conduzir a sinceridade de milhares de associadas. Tenho a certeza de que todas aqui estão seguindo com a oferenda diária. Vamos nos dedicar daqui para frente também até abril do ano que vem de modo que todas as associadas possam conduzir a sinceridade com espírito de gratidão.

 

A diretora-presidente Yuko Murata da Associação Feminina do Brasil está cuidando com sinceridade da maturação espiritual das associadas do Brasil, como o ponto central das consultas. Ouvi dizer que ela fez visitas doutrinárias a várias localidades deste vasto Brasil, levando vários dias, no sentido de fazer com que o maior número de associadas possa entender o espírito da presidente mundial, no sentido de transmitir a intenção sobre o centenário e com o sentimento de querer que o maior número de associadas possa regressar a Jiba por ocasião do centenário. Tenho a certeza de que o espírito de sinceridade verdadeira da diretora-presidente será aceito por Deus-Pares e Oyassama, que orientarão as senhoras associadas. Desejo que todas as senhoras, correspondendo ao espírito da diretora-presidente, regressem a Jiba em abril do ano que vem juntamente com inúmeras pessoas e participem da assembleia geral comemorativa do centenário de fundação. Deus-Parens e Oyassama com certeza ficarão muito contentes.

Após a Cerimônia do Aniversário de Oyassama, será realizado o “Encontro das Moças”. Estaremos ansiosamente esperando pelas jovens associadas e moças do Brasil.

Contando com a contínua colaboração e cooperação dos mestres homens aqui presentes, encerro a minha palestra. Muito obrigada.

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