Palestras‎ > ‎Outros‎ > ‎

Mihama_2005.07

Palestra do Rev. Yoshiaki Mihama, Chefe do Departamento de Missões Exteriores, na 52ª. Assembléia-Geral da Associação Feminina

 

Estou muito contente em poder estar presente à Assembléia-Geral da Associação Feminina da Sede Missionária do Brasil, em poder encontrar-me com as senhoras que no dia-a-dia estão se dedicando em prol do Caminho e também em ter a oportunidade de proferir uma saudação na data de hoje. Ainda, gostaria de agradecer de coração às numerosas pessoas que, sem medir distâncias, vieram participar deste evento, tendo em vista também o Serviço mensal de amanhã.

Creio que isso se deve também ao fato de ter sido realizada a Assembléia-Geral Comemorativa dos 50 anos de Fundação da Associação Feminina do Brasil em julho do ano passado contando com a presença da presidente mundial da Associação e com a participação de numerosas pessoas. Ouvi dizer que naquela oportunidade mais de 1600 associadas vieram de todo o Brasil e também que o número total de pessoas passava de 3000. Pude sentir bem o a dedicação de espírito das senhoras que realizaram a assembléia comemorativa recebendo a visita da presidente mundial.

Falamos 3000 pessoas de forma simples, mas para que se pudesse receber tamanho número de pessoas e fazer com que as atividades transcorressem sem problemas, julgo que foi necessário o esforço e a colaboração não somente das associadas, mas também de um grande número de pessoas. Acredito que a alegria das pessoas envolvidas foi bastante grande também. Falando de outra forma, é certo que foi o resultado do esforço conjunto de muitas pessoas com diferentes cargos e posições. Em qualquer coisa que se faça, para que haja sucesso, é necessário que todos trabalhem de acordo com suas funções, em sintonia com o pensamento das pessoas que estão na liderança da atividade. Nas igrejas, seria de acordo com a intenção do condutor, na Sede Missionária, Dendotyo, seria de acordo com a intenção do Primaz, Tyotyo-sama.

Nós, que trabalhamos em prol deste Caminho, somos materiais humanos, ou Yobokus, usados para a concretização do mundo de vida plena de alegria, que é a grande intenção de Deus-Parens e devemos viver de acordo com essa intenção. Na construção desse mundo de vida plena de alegria, somos todos igualmente materiais e devemos cumprir cada qual a sua função, ainda que cada um tenha funções diferentes.

No Japão, existe o Pagode de Cinco Níveis chamado Gojûnotô, no Templo Budista Horyuji, considerado a mais antiga construção em madeira do mundo e preservada como patrimônio cultural da humanidade. Está situada perto de Jiba, a aproximadamente 30 minutos de carro. Há cerca de 40 anos atrás, houve a desmontagem desse Pagode de Cinco Níveis para fins de restauração. Foi uma obra que levou muitos anos.

Tive a oportunidade de ler um texto que descreve as histórias contadas pelo carpinteiro responsável pelos trabalhos de desmontagem. Segundo esse carpinteiro, ao desmontar as milhares de estruturas de madeira que formavam esse Pagode, não havia uma que fosse igual à outra. Todas as estruturas utilizadas tinham cada qual a sua função e formavam esplendidamente o Pagode. E todas elas, cada qual exercendo a sua função, suportam nobremente o pilar central que está ao centro do Pagode de Cinco Níveis, mantendo a bela aparência até hoje, resistindo por 1300 anos ao vento e à neve. Não há tempo para falar mais detalhadamente a respeito disso, mas nunca me esqueço da emoção que senti ao ler esse texto. O fato de ter deixado um Pagode assim, nas proximidades da Terra Parental, creio que seja uma intenção de Deus-Parens, para que se possa pensar e estudar sobre o Yoboku, ou material humano. O pilar que fica ao centro é denominado em japonês de “Shin no Hashira”. Apesar de ter grafia diferente em japonês do pilar central do Caminho, que dizemos “Shimbashira”, podemos aprender mesmo através desses fatos que temos que aproximar nossos espíritos rumo à concretização da intenção de Deus-Parens, a vida plena de alegria, tendo ao centro o Shimbashira, que é o centro da razão.

Não é preciso nem dizer que estamos no ano de finalização dos “três anos, mil dias” rumo aos 120 Anos do Ocultamento Físico de Oyassama. Falta somente meio ano para a celebração do decenário. A Associação Feminina, no primeiro ano dos “três anos, mil dias”, lançou como meta de maturação a frase: “Sejamos a força potencial nas atividades em comemoração aos 120 anos do ocultamento de Oyassama”. “Sejamos a força potencial” é uma expressão que dá firmeza e confiança ao espírito. Se a base não estiver firme, qualquer construção que seja, não inspirará confiança. Acredito que a “base do Caminho” é uma expressão bastante adequada à construção do mundo de vida plena de alegria e também acho que o chamamento para ser a força potencial é gratificante.

E para que se pudesse extravasar essa força potencial, foram também incentivadas as seguintes ações: “buscando e fixando o ensinamento no espírito”, “transmitindo a alegria da fé às pessoas próximas” e “cultivando e colocando em prática o espírito de salvação”. Creio que as senhoras estejam se empenhando nesse sentido, fazendo com que essas frases não se limitem apenas a slogans. Acredito que essas palavras não se aplicam somente às senhoras. Aprender sobre a doutrina, transmitir a alegria da fé e colocar em prática tudo isso é algo que eu mesmo devo fazer. Ainda sou bastante imaturo, mas se passar todos os dias com esse espírito, creio que aparecerá a consciência de que temos que trilhar a vida-modelo de Oyassama. Apesar de não estar atingindo o nível suficiente, eu mesmo sou um dos que estão se esforçando nesse sentido.

No que se refere a aprender sobre a doutrina, creio que perceber bem o significado dos decenários é muito importante nesta época oportuna dos 120 anos e creio que isso é algo que as senhoras vem aprendendo também. Acredito que ler atentamente o capítulo 10 “Abrindo o Portal”, do livro “Vida de Oyassama”, ‘é uma das formas de aprender sobre a doutrina. Oyassama, abreviando valiosos 25 anos de sua vida determinada, saiu para salvar e nivelar o mundo. Conhecendo as circunstâncias e o processo que levou a esse fato, podemos sentir mais próxima a razão de Oyassama eternamente viva e nos sentir gratos por isso. Hoje não temos tempo suficiente para estudarmos a vida de Oyassama, mas devemos hoje rememorar a nobre verdade de que Oyassama ocultou seu corpo pelo amor por seus filhos e ter em mente que isso ocorreu justamente por instar a maturação espiritual deles.

O que é mais gratificante é o fato de sua alma continuar trabalhando como em vida, apesar de não podermos observá-la fisicamente.

Oyassama ocultou seu corpo em 26 de janeiro de 1887. Vinte anos depois, na Indicação Divina de 17 de maio de 1907, foi-nos ensinado de forma encorajadora sobre o fato de Oyassama continuar viva:

 

“Se todos se empenharem refletindo bem, não há nada perigoso. Não se pode ver a forma, é a razão do trabalho que se vê. Não devem se indagar de quem são estas palavras. É de quem se ocultou há 20 anos atrás. Entretanto, tem trabalhado dia a dia. Não devem duvidar. Se todos se empenharem animados, trabalharei suficientemente.Não devem se preocupar. Já existe um caminho suficiente.”

 

Explica claramente que as palavras proferidas pela boca do Honseki são sem dúvida ditas diretamente por Oyassama, que continua trabalhando como em vida.

Ainda, creio que seja do conhecimento de todos que, quando regressamos a Jiba, desde o amuleto-prova que recebemos como prova do regresso à terra parental, tudo é trabalho de Oyassama eternamente viva.

Dentre as Indicações Divinas, existem algumas palavras que nos fazem desenhar a imagem de Oyassama bem à frente de nossos olhos, como as que falam sobre o amuleto-prova.

Uma dessas Indicações Divinas foi recebida quando os quimonos de Oyassama, as vestes vermelhas, esgotaram-se utilizados para a confecção dos amuletos e se fez uma consulta para saber como deveriam proceder daí em diante.

 

Indicação Divina de 17 de março de 1890

(Os quimonos de Oyassama utilizados até aqui como Amuleto-Prova (Omamori) esgotaram-se. Consulta sobre como fazer doravante.)

“Sobre o que indagam, o amuleto deve continuar para sempre. O quimono vermelho não dura para sempre e pensam que basta comprar tecidos na medida e distribuir. Mas devem costurar o quimono vermelho, oferendar e pedir para que o vista. Com isto, digo que é o caminho imutável para sempre.”

(Solicitando Indicação se devem oferendar o quimono no altar de Oyassama ou pedir para o Honseki vesti-lo.)

“Estou residindo até agora. Não tenho ido aonde quer que seja. Não tenho ido aonde quer que seja. Devem refletir vendo o dia a dia do caminho.”

(Insistindo, deve-se costurar o quimono e solicitar a Oyassama que o vista, oferendando–o no altar?)

“Costurando bem, informem que a troca das vestes ficou pronta. Quimono simples no verão e quimono com forro no frio; façam peças das respectivas estações do ano. Trabalharei vestindo-as. Apenas não podem ver a imagem. É a mesma coisa. Somente não há a imagem.”

 

Não há necessidade de explicar insistentemente sobre esta Indicação Divina, mas através dela podemos ter a certeza de que Oyassama permanece viva e residindo na residência original.

A alegria que sentimos quando regressamos à Terra Parental, Jiba, creio que se deve também ao fato de podermos saudar a Oyassama, que trabalha como em vida, apesar de não podermos vê-la fisicamente. Regressando de um local tão distante de Jiba, como o Brasil, penso que as senhoras devem receber todo o carinho da nossa mãe verdadeira e conversar com ela sobre tudo, desde os sacrifícios até as alegrias.

Na biografia da reverenda Yoshi Nakagawa, primeira condutora da Igreja-Mor Tohon, há a seguinte passagem sobre uma ocasião em que a reverenda Yoshi Nakagawa regressou a Jiba e foi reverenciar Oyassama. Ela abaixou bem a cabeça e a reverência não acabava nunca. A pessoa que a acompanhava atrás ficou preocupada e resolveu verificar. A reverenda Yoshi Nakagawa estava com a testa encostada no tatami, dormindo e roncando tranqüilamente.

Gosto muito de citar esse trecho do livro. Creio que a reverenda Yoshi estava agradecendo a Oyassama por isso, por aquilo, falando sobre vários fatos e conversando com ela. Como se estivesse no colo da mãe, num momento único em que não havia apreensões, num momento em que o espírito se relaxou, creio que ela acabou adormecendo. Dá realmente para ver a imagem da mãe verdadeira frente a nossos olhos. Gostaria de chegar ao ponto de ter esse relacionamento com Oyassama.

No alojamento do Corpo de Hinokishin da Associação dos Moços, há a inscrição do seguinte slogan: “Vamos regressar a Jiba e receber a proteção do Parens”.

Para que uma criança cresça saudável, é necessário que receba o colo e compartilhe a respiração (receba a proteção) dos pais. Senão é possível que não haja um desenvolvimento saudável da mente. Lembro-me de ter lido em algum lugar que as crianças que não puderam ter o colo da mãe depois do nascimento, cedo ou tarde apresentavam distúrbios mentais.

Receber a proteção do Parens é, primeiramente, receber o colo da mãe.

Já faz algum tempo, mas na emissora japonesa de televisão NHK, transmitiram uma reportagem sobre o tratamento de problemas de visão feito no hospital Ikoi-no-Ie. Era uma reportagem sobre uma nova e revolucionária forma de tratamento de enfermidade nos olhos de crianças.

Era sobre o tratamento de crianças que, poucos meses depois do nascimento, apresentavam problemas de visão. Um problema que se fosse antigamente, levaria à cegueira completa, mas com esse novo tratamento, se conseguia recuperar o poder de visão da criança.

A ciência avançou até esse ponto. Como era uma reportagem feita no hospital Yorozu Sodansho Ikoi no Ie, fiquei muito contente.

Explicando de forma resumida esse tratamento, inseria-se uma lente de contato especial no olho da criança que tinha problemas de visão. Dessa forma, a criança que não conseguia enxergar até então, passava a enxergar.

As cenas que vimos na TV são de um médico colocando cuidadosamente as lentes de contato no olho da criança. Como se coloca um objeto estranho no corpo da criança, ela chora desesperadamente.

Depois, o médico coloca a criança nos braços da mãe e diz para ela: “Mamãe, segure a criança em pé, de modo que ela fique de frente para você.” Não a carregue de lado, mas de frente, de modo que fiquem frente a frente. A criança que chorava até então, vê a mãe de frente e dá um pequeno sorriso.

Este é o emocionante momento em que a criança vê pela primeira vez o rosto da mãe. È realmente um momento emocionante que nos leva às lágrimas.

Depois que nasce, recebe o colo da mãe, recebe o leite e o calor materno, mas é a primeira vez que vê o rosto da mãe. Pude sentir uma emoção indescritível vendo essas cenas na televisão.

Fiquei sabendo depois, mas a distância que a criança consegue enxergar corretamente alguma coisa é justamente a distância em que a mãe segura a criança no colo. Ela não consegue enxergar de longe desde o início. Pensei como este mundo é extraordinário!

Algo que pensei depois, foi que a distância em que uma mãe segura o filho no colo é justamente a distância em que se pode compartilhar a respiração (dar a proteção). Acredito que a origem da expressão compartilhar a respiração está justamente no fato da mãe pegar o filho no colo e ficar com ele junto a si. É o início da conversação entre a mãe e o filho.

Não existe mãe que não converse com o filho para que se torne uma boa criança. Criando os filhos com palavras amáveis, pegando no colo, consegue-se o máximo proveito da função da mãe.

Da mesma forma, formar pessoas que sejam úteis ao Caminho é uma missão recíproca nossa, formar as pessoas substituindo a Oyassama é uma importante missão que nos foi atribuída.

Nós, que seguimos esta fé, saudamos a Oyassama eternamente viva, que espera ansiosamente o regresso dos filhos, contentando-a. Dessa forma, o Parens verdadeiro concede a sua providência ilimitada aos filhos que regressam buscando corresponder-lhe.

O Parens está sempre pensando nos filhos e vem nos enviando diversos sinais para que possamos ser salvos.

Mudando um pouco de assunto, outro dia estava lendo um jornal do Japão e havia uma redação (que ganhou um prêmio num concurso) de um menino de 6 anos, aluno do primeiro ano do ensino fundamental. Parece que a mãe desse menino, um pouco depois de dar à luz, sofreu um acidente de trânsito e carrega pesadas seqüelas. O rosto ficou paralisado e ficou sem outra maneira de transmitir sua vontade senão batendo com a mão no sofá ou na cadeira. Esse menino, chamado Atsuo, que entrou no primeiro ano no ano passado, era um menino problemático que cuspia nos companheiros de classe. Quando o professor responsável foi visitar a família do menino, viu a imagem da mãe babando descontroladamente com a boca aberta. O professor pensou: “Ele está somente imitando sua mãe”. Explicou insistentemente para o menino: “Sua mãe está lutando com todas as forças contra as seqüelas do acidente.” O menino logo parou de cuspir nos companheiros. Outro dia, o professor pediu como lição de casa uma redação com o tema “colo”. O professor percebeu que Atsuo estava impaciente, pensando: “será que minha mãe consegue me dar colo?” O professor disse a ele: “Tenho certeza de que sua mãe consegue te dar colo”. Ouvindo isso, Atsuo voltou contente para casa.

Como não podia falar, a mãe de Atsuo, quando queria dar bronca, arranhava o sofá com as unhas. Quando voltou para casa, Atsuo subiu devagarinho no colo da mãe. A mãe não arranhou o sofá. O fato de ter identificado isso, mesmo estando no primeiro ano escolar, é que fez com que ele ganhasse o prêmio com a redação. Atsuo escreveu: “Mamãe sorriu um pouquinho. Eu ri bastante. A mamãe é quentinha.” E terminou a redação escrevendo: “Eu nunca fiquei no colo da mamãe. Queria subir no colo dela nem que fosse só uma vez. Mas depois de entrar no primeiro ano da escola, tinha vergonha de pedir colo. Ainda bem que teve essa lição de casa.”

Quando li esse texto, fiquei muito emocionado. A mãe não podia falar e babava de boca aberta. Atsuo subiu no colo dela pela primeira vez desde que tem consciência. “Mamãe sorriu um pouquinho. Eu ri bastante. A mamãe é quentinha.” Que expressão mais inocente... Quão maravilhoso é ter o colo da mãe... O contentamento em estar no colo da mãe, sem nenhum sentimento de rejeição pelo fato da mãe babar descontroladamente... A beleza e a calor do sorriso da mãe, que tem o rosto paralisado... Não é necessária nenhuma palavra... Fico extremamente emocionado com a beleza do relacionamento espiritual entre mãe e filho.

Vou falar um pouco de uma experiência pessoal sobre o relacionamento espiritual entre a mãe e o filho.

Tive a experiência de trabalhar pelo caminho em um local fora do Japão, não tão distante como o Brasil, mas em Taiwan.

Tive a providência de ter 4 filhos e todos eles nasceram em Taiwan. A primeira filha foi menina. Fiquei muito contente. Depois de receber o nome, recebi uma carta da minha mãe com o seguinte teor.

“Parabéns pelo nascimento de uma menina saudável. Já a incluí para pagar a anuidade da Associação Feminina.”.

Minha mãe ensinou a mim e a minha esposa que não basta ficar contente pelo nascimento, mas é necessário educá-la de forma que acumule virtudes desde pequena.

Graças a Deus-Parens, já é uma excelente pessoa e está todos os dias atarefada cuidando de 3 filhos, como uma das diretoras da Associação Feminina.

Mesmo vivendo distante minha mãe nos concede a proteção mesmo através de uma carta.

Os filhos devem sempre pensar nos pais, se aproximar dos pais. Os pais, por sua vez, mesmo que não estejam perto, estão sempre a conceder a sua proteção, a sua respiração sobre os filhos. Acredito que é justamente aí que está a razão dos “dois em um” no que se refere à educação dos filhos.

Pode parecer que falei aqui de uma forma soberba, mas não é isso. Somente pensei que poderia servir como um exemplo de alguma forma. Peço que interpretem dessa maneira.

Oyassama, que tem a alma predestinada da mãe de toda a humanidade, abraça, concede a proteção e nos faz experimentar o estado de vida plena de alegria. Essa alegria só nascerá quando acreditarmos sinceramente nos trabalhos de Oyassama eternamente viva e trilharmos o caminho da vida-modelo deixado por ela.

 

Como sou Deus que iniciou este mundo, todos são igualmente meus filhos. (IV-62)

Por ter afeição profunda por todos os filhos, tenho dedicado o meu espírito de vários modos. (IV-63)

 

Peço a todas as senhoras que dêem o melhor de si na especialidade de dar à luz e criar os filhos, que criem muitos filhos do caminho aqui nessas terras brasileiras e trilhem o caminho que corresponda à grande intenção de Oyassama. Solicito também que trabalhem animadamente daqui por diante, tendo em mente que a sinceridade de cada uma frutificará e assim serão recebidas as providências divinas. Encerro aqui minha saudação desculpando-me por alguma falha. Muito obrigado.